Na perspectiva Crística, nós somos crianças (LAB 46)

Diário espiritual

Participantes: Larissa, Juliano, Juliana, Marcão, Fefa e Rene
Data: 28 de setembro de 2021
Via Zoom

COMUNICAÇÕES

Larissa conduz a abertura da reunião


Juliano: A imagem que vem é de pessoas criando anticorpos, mas não qualquer tipo, são anticorpos espirituais como se num processo de experiências encadeadas que visam criar em nós a resistência espiritual necessária, para uma jornada. Como se essa fase em que nós estamos, já há algum tempo, fosse a uma fase dedicada a criar esses anticorpos espirituais, essa resistência espiritual e para fortalecer nossa autoconsciência, a nossa natureza, a nossa percepção da natureza multidimensional, nos preparando para aquilo que serão os próximos passos.

Juliana: No início da reunião, vi um desenho… minha mão fez um símbolo… eu olhei aquilo e depois pensei na imagem do Mickey. Na hora que eu pensei Mickey, veio na minha audição várias gargalhadas de crianças. E na hora do arco-íris eu via a ponte, aí a gente se reunia, e na minha mente tinha um dinossauro meio fantasiado e várias crianças, todos davam a mão e iam para um outro plano. Nesse outro plano tinha uma sala muito ampla em formato de círculo, tinha as janelas de vidro, lá fora muito verde, muitas crianças sentadinhas no chão e o General na frente falando pra elas. A frase que veio, vou tentar passar… eu preciso processar…quando é o General tem uma dificuldade, vou tentar reproduzir a assimilação mental:

General/Ademir/Ademilson (psicofonia Juliana): “Vinde a mim as criancinhas, pois delas é o reino de Deus”. Essa frase do mestre traz inúmeros aprendizados dos quais quero conversar com vocês hoje sobre um. A perspectiva da nossa alma imortal, por vezes, pode nos dar a impressão que somos velhos, espíritos velhos, cujas experiências trazem peso, consequências para vidas futuras, mas em verdade, a imortalidade nos mostra o quanto ainda somos crianças. Mesmo com milhares de encarnações, na perspectiva Crística, nós somos crianças, porque tanto ainda temos a aprender. Viemos ao mundo como pais e filhos, não porque um tenha mais responsabilidade, ou mais a ensinar ao outro. Não há hierarquia nesses planos relacionais. O que vem antes, simplesmente o faz em uma jornada reencarnatória, em alternância de papéis com intuito pedagógico para que ora sendo adulto, ora sendo criança, possa assimilar os aprendizados necessários em cada papel. Mas como tudo na nossa existência são relações cooperativas, colaborativas, em que ambas as partes são responsáveis, necessitam estimular o amor Crístico dentro de si.

Lembrem-se, meus filhos, de se permitirem ser crianças, de se permitirem errar, de se permitirem cair e levantar. E de julgar menos pelas aparências e vivenciarem as emoções e situações com a plenitude que lhes cabe. Se permitam sonhar, se permitam voar voos mais altos, aqueles em que as vezes o adulto interior diz: “não, você não é capaz. Não, isso não é pra você.” Os nossos grandes boicotadores, somos nós mesmos. Os espíritos que às vezes auxiliam esse boicote, em verdade, ressoam vibracionalmente nas nossas inseguranças, nos nossos medos. Não que o medo seja ruim. O medo é um alerta, o medo é um cuidado, mas não deve ser um entrave. Ouçam meus filhos, nas mais profundas partes de si mesmos e permitam-se ser quem vocês são. Saravá, meus filhos! Vão na paz. Vão na Luz.

Juliana: E vem na minha mente a palavra Ademir, Ademilson, não estou identificando, mas é uma assinatura energética diferente.

Larissa: Eu tive a sensação de estar passando a mão em uma pele de escama, uma pele rugosa, meio verde. E eu estava entrando num estado aqui, minha garganta pegando muito, enfim, fiquei passando a mão nessa pele…não sei se era pele, mas a sensação era macia, mas era escama, como se eu estivesse passando a mão em um dinossauro (risos). Era toda característica de uma pele de dinossauro, escamosa, macia, quente, mas meio esverdeada. Eu fui passando, alisando, entrando nessa pele, e foi chegando na garganta, parecendo que ia acontecer alguma coisa, que ia conseguir uma comunicação.

Marcão: Teve uma hora que tive a sensação de um apito bem alto.

Fefa: Achei curioso, estranho e várias coisas juntas ao mesmo tempo. Essa mensagem da Ju. O contexto é o seguinte, hoje eu fiz uma sessão com a minha irmã, com a Isa, que é a irmã mais próxima que eu tenho e a gente fez dobradinha, metade foi eu fazendo sessão com ela e outra metade foi de conversa de irmã para irmã. Toda a temática dessa segunda parte que não era conversa com os pontos forte, foi exatamente o que a Ju trouxe na fala dela, só que a Ju trouxe num contexto mais amplo. Essa coisa dela ter visto o Mickey, a gente falou muito da leveza da criança, e essa coisa do mundo, pode ter sido uma coincidência, mas foi muito forte, eu fiquei impressionada, parecia que a Juliana tava escutando nossa conversa.

Juliano: Não se descarta a possibilidade, porque como nós temos bastante assimilação de corrente mental, é possível que muitas vezes a gente possa trazer entre nós mensagens de nós mesmos (risos). Já aconteceu antes, já vivemos esse tipo de coisa. Por exemplo, você acabou de falar com ela,  então é natural que a sua mente esteja conectada com isso é natural e que a gente consiga assimilar. Uma coisa do outro assim, não é difícil não. O que não deixa de ser extraordinário na minha opinião.

Juliana: Às vezes entra como confirmação. Quando você entra no campo e assimila porque é pra confirmar.

Fefa: E até o fato de ter sido uma assinatura energética diferente. No começo ela falou de ser o General, a impressão que dava era que vinha alguma coisa dele, e aí no final você falou outro nome.

Juliana: O general falou só a primeira frase, ele falou e entrou outra pessoa. E na hora, parecia  alguém segurando meu braço… sabe alguém que chega e fica falando bem pertinho de você? Era assim que eu sentia.

Juliano: Eu me senti muito bem, senti influxos de energia habitual, mas não senti absolutamente nada, de nada, de nada de comunicação. A sensação que me dava era tipo assim “vocês nem digeriram o papo da semana passada” sabe? Não tem pauta (risos). Se preparem e boa, e tal. Depois eu percebi que silenciou geral, então é isso, tá de boa. Associei com a imagem da criança, então criança vai pra cama cedo, assumi pra mim essa imagem. Eu acho que tem alguns pontos interessantes… a gente já observou, reuniões extremamente intensas são seguidas desse mini vácuo.

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