Respirem não apenas o oxigênio, mas a essência daquilo que é (LAB 33)

Diário espiritual

Participantes: Adriana, Fernanda, Juliana, Juliano, Mônica e Simone
Data: 01 de junho de 2021
Via Zoom

COMUNICAÇÕES

Juliano faz a abertura do Lab


Egrégora (psicofonia Mônica): O tempo é efêmero. Ao mesmo tempo ele pode nos aprisionar e fazer com que as mentes humanas trabalhem contra o tempo, trabalhem brigando com o tempo, tentando se apoderar dele, tentando até ir contra… em prol de uma juventude, de um rejuvenescimento. Tenham em mente o fluxo atemporal concomitante, sincrônico. As mentes assim se interligam, histórias podem ser recontadas, o Planeta sobrevive

Meus queridos, quanta luz e quanto amor vemos envolvidos neste trabalho. O tempo terrestre dedicado é ínfimo, se pensarmos neste projeto ao longo de eras, ao longo de reencarnações, a mente de vocês mal consegue conceber. Agora, o que está sendo plantado sim, é importante, porque estamos trabalhando com mentes humanas, espírito humano tanto dos encarnados como desencarnados, dos que aqui estão aportando. É preciso trazer um novo conhecimento, de uma nova era, com princípios mais afinizados com o arquiteto que projetou algo tão grandioso, tão sublime, transparente e para chegarmos lá é necessário limpeza ainda, muito preparo, muito esforço intenção, vontade, trabalho e é para isso que estamos aqui.

Pode não haver sentido aparente, distração ou dispersão ao longo do caminhar, mas é por isso que nós temos nossos superiores, aqueles que nos fazem lembrar de qual é a rota, o script, de qual é a viagem e todos os panoramas. Cada parada, cada local, cada pit stop, temos uma programação. A vocês, pedimos confiança, empenho, fé. A fé que mobiliza, que faz prosseguir independentemente da razão, do conhecimento porque ela impulsiona a prosseguir, avançar, mesmo sem compreender direito se há limite, se há perspectiva, se há um objetivo e qual seria este. Alimentem seus corações de esperança, respirem não apenas o oxigênio, mas a essência daquilo que é, que nos permeia, que nos alimenta, que nos ampara e nos dá forças. Sintam-se amados, protegidos, amparados, porque nossas mãos se entrelaçam nas suas mãos, nossas mentes trabalham em conjunto e nossos olhares miram o horizonte que se descortina, passo a passo. Confiem e tenham serenidade. Está tudo certo como está, tudo a seu tempo, tudo dentro de um grande propósito. Assim foi, assim é, e assim será!

Adriana: A imagem que me veio é que continuamos naquela estrada com o nevoeiro intenso, onde não conseguimos ver um passo à frente, mas existe uma certeza dentro da gente, porque sentimos que este piso que estamos caminhando está andando. E mesmo que a gente não consiga ver o que vem pela frente, temos a certeza que estamos indo para o caminho certo. É o momento que nós estamos menos conseguindo enxergar racionalmente, mas emocionalmente sentimos que está andando e isso traz felicidade, mesmo na neblina, sem saber, sem ver….

Egrégora (Psicofonia Monica): Suas palavras me emocionaram Drica, mas lembre-se de dançar, solte seu corpo, esquece o que está em volta e dance, minha querida.

General (psicofonia Juliano): Minha gente, nós precisamos compreender que ainda que nós tenhamos definido o destino da viagem, o ato de viajar é um verbo que exige mobilidade intelectual, motora, física, na condução do perigo. Nós não estamos em uma viagem futurística, onde o veículo se dirige sozinho e nós podemos ficar deitados, relaxando… como se estivéssemos num trem cujo trilho é irredutível, direto…não, nós estamos numa estrada livre, que é nebulosa, é verdade, não se consegue enxergar muito além, mas se tem uma vaga noção para onde se vai. Nesta estrada cuja tônica é o movimento intelectual, motor, a dinâmica da direção, faz às vezes a gente tomar caminhos alternativos.

Veja, não é porque o caminho é alternativo que ele se torna menos digno. Às vezes se acha uma besteirinha para se comprar, se pega uma rota alternativa que conduz a uma grande floresta. E assim, quilômetro após quilômetro as surpresas vão enriquecendo a nossa vida, a nossa bagagem como viajores. A incerteza é uma constante na jornada de todos os caminheiros cósmicos que vieram antes, e também na vida daqueles que virão depois de vocês. Aprender a conviver com a incerteza, tirando de cada dia o seu melhor é algo que vocês precisam aprender sobretudo nestes tempos pandêmicos. Isto é a vulnerabilidade que nós temos que explorar juntos, isto é a tal fragilidade, tal terreno de autenticidade, onde cada um se mostra como é. Muito mais precioso do que partilhar certezas, dogmas, convicções de caráter religioso, dogmático…muito mais precioso são os companheiros que aprendem a dividir os ombros da incerteza, mas ainda assim decidem continuar caminhando juntos, sempre avante.

Egrégora (psicofonia Juliana): Meus queridos, gostaria de falar para vocês que é importante não acrescentar em todas as frases do dia o “depois que a pandemia passar”. Não que ela não irá passar, pois, como diz nosso amigo Chico: “tudo passa”, porém, cabe-nos focar no momento presente a cada dia. Lembrar a capacidade de ser a mudança que você quer ser para o mundo, não somente para o mundo do globo terrestre, se assim pensar a conclusão às vezes é “mas como o meu pequeno ato poderá reverberar, fazer diferença?” mas muitas vezes podemos fazer diferença no mundo de várias pessoas ou de uma pessoa. Podemos fazer diferença no nosso sistema familiar, no trabalho, de amigos, não como uma mudança impositiva, invasora, de querer colocar ordem porque a ordem existe como é e não cabe a ninguém impô-la. Porém, a movimentação energética consciencial do seu ser você é capaz de impor um movimento, tirar da inércia aquilo que se encontra estagnado, exercer a energia necessária para que o movimento no campo flua.

Então, meus queridos, lhes peço que quando o pensamento “quando a pandemia passar” chegar-lhes à mente, pense: “e quando este segundo, agora, passar? O que eu farei para ser melhor do que no segundo anterior? O que eu farei para mudar o que eu posso mudar? O que eu melhorarei e posso melhorar? Não se foquem naquilo que está fora das suas mãos, pois como todo sistema, a equilibração é impositiva. E como bem se falou aqui, o tempo há de curar, muito embora o tempo consciencial que a ansiedade almeja e espera, a imediatividade [sic] não é aquele necessário para o transcurso dos passos necessários. No mais, lembrem-se de amar mais e estar mais presentes com aqueles que vocês podem estar presentes, e com os pés no agora também não esqueçam de olhar para o futuro e planejar, almejar e sonhar com os momentos de abraço, de aglomeração, de contato físico e imediato pois eles chegarão, meus filhos. Um beijo no coração de todos, na esperança de dias melhores e na certeza de que o amor de Cristo vive dentro de cada um de nós, como uma fagulha, ou uma fogueira, mas com uma energia indispensável para passarmos estes dias.


Direcionamento de energia e Juliano faz o encerramento do Lab

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