Relatos da Ufologia moderna no Acervo do General Uchôa

Uma fita K7 produzida pela ufóloga Irene Granchi traz casos de contatos e abduções.

Uma fita K7 produzida pela ufóloga Irene Granchi na década de 1980 traz casos de contatos e abduções

O Startape Project, conteúdo em áudio que integra o Acervo do General Uchôa, começa uma nova etapa, com a divulgação de material inédito em fitas K7 e VHS do acervo pessoal do General. Após passar pelo processo técnico de digitalização e tratamento de áudio, o material está sendo transcrito e catalogado por Juliana Rissardi, Historiadora responsável pelo Acervo, que também nos traz uma apresentação com comentários no início de cada vídeo para contextualizar o material.

Na fita K7 de número 21, que agora disponibilizamos, temos conteúdo sobre Ufologia com relatos e um trabalho feito na década de 1980 pela pesquisadora alemã, radicada no Brasil, Irene Granchi (1913-2010). Em formato de documentário com narrador, o material traz relatos de entrevistados que contam histórias de abduções e avistamentos no Brasil. O próprio General Uchôa fala no lado B e sabemos que ele e Irene eram colegas de Congressos de Ufologia.

“Irene acreditava que seres multidimensionais são capazes de manipular a mente e que, assim como os abduzidos passam por testes capazes de modificar o ser humano, eles também podem apresentar capacidades que não tinham antes da abdução”, explica Juliana na sua apresentação da fita.

O lado A da fita começa com o narrador contextualizando a era moderna dos discos voadores, marcada pelo ano de 1947, quando o piloto e empresário norte-americano Kenneth Arnold avistou uma formação de objetos aéreos e chamou de flying saucers (pires voadores).

Ainda nesse lado, a própria Irene fala de sua experiência no mesmo ano no Brasil:

“Em julho de 47 (1947) vi um objeto circular sobrevoando com movimento oscilatório as linhas da estrada de ferro auxiliar em Vassouras. Eram três e meia da tarde e o objeto silencioso brilhava incrivelmente. Não podia ser avião, helicóptero ou pipa de criança. Vi, claramente, que se tratava de algo manufaturado, metálico, de 30 cm de diâmetro, aproximadamente, voando, qual folha ao vento. Vieram-me dois pensamentos, como unidades inteiras. Primeiro: Não é deste mundo. Segundo: Não terei paz enquanto não souber o máximo a respeito disto. E, de lá até hoje, não desisti de pesquisar. O meu interesse a este respeito só tem aumentado.“ (Irene Granchi)

Ouça aqui o lado A da fita, com apresentação da Juliana, áudio e transcrição:

Já, no lado B, podemos ouvir e ler sobre casos famosos no Brasil desde a década de 1950, como uma entrevista com o Dr. Olavo Fontes, primeiro pesquisador a analisar um fragmento de nave que explodiu em Ubatuba (SP). Sua análise mostrou que o fragmento continha “magnésio cujo teor de pureza atingia níveis altíssimos, ainda não encontrados por nós aqui na Terra.”

E traz a voz do General Uchôa relatando um pouco de sua experiência e visão sobre a questão UFO:

“Então os seres não podem ser do sistema solar, não podem existir fora, então não existem… bom, o fato é que eles existem, eles estão aí. Pelo amor de Deus, gente! Raciocine que essa perplexidade decorre ainda da ignorância em que nós estamos da verdade universal. Temos, antes de mais nada, de ser humildes e reconhecermos que estamos no princípio, vamos dizer assim, de uma verdadeira e divina caminhada. “ (General Uchôa)

Acesse o áudio do lado B da fita e sua transcrição

 

Saiba mais sobre o Startape Project

 

Já conferiu as aulas do acervo? São 38 aulas com documentos históricos (além do StarTape Project!) com acesso às imagens dos documentos originais. O Acervo do General Uchôa é um compromisso assumido pelo Círculo com a família Uchôa, que confiou aos cuidados da escola documentos pessoais do General. O acervo conta com entrevistas para imprensa, recortes de jornal, psicografias, áudios, desenhos etc…num trabalho vivo que está sendo desenvolvido e disponibilizado pelo Círculo.


 

 

Acesse nossa editoria de conteúdo #AcervoUchôa e leia todas as matérias já produzidas sobre o trabalho no Acervo.

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por Grazieli Gotardo