Para o talento da Inclusão, sempre cabe mais um

Mira nos Talentos

“Amplie o círculo”. Essa é a filosofia que orienta a vida de quem tem o talento da Inclusão, segundo a Gallup. É uma pessoa de temperamento acolhedor, com convicção de que, em essência, somos todos igualmente importantes. Todos devem ser incluídos, pois é o mínimo que cada um de nós merece. Esse é o talento abordado no Programa Mira nos Talentos, que vai ao ar toda terça-feira, às 20h, no YouTube do Círculo.

Características fortes do talento:

  • Aceitam os outros;
  • Demonstram sensibilização daqueles que se sentem excluídos e fazem um esforço para incluí-los;
  • Não gostam de grupos isolados e tentam fazer o que for preciso para incluí-los;
  • São tolerantes e aceitam a diversidade.

Dicas para desenvolvimento desse talento:

  • Há momentos em que se deve incluir, também há momentos em que não se deve fazer isso, pois aumenta a complexidade da situação;
  • Pode haver momentos em que ser um pouco seletivo com seus talentos de Inclusão poderá gerar o mesmo bom resultado, mas com maior eficiência.

Pontos cego:

  • Ele não sabe quando parar de convidar pessoas para a reunião;
  • É generoso com aqueles que cometem erros.

SAIBA MAIS SOBRE O TALENTO ASSISTINDO AO PROGRAMA:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Artigos Relacionados

No episódio com Felipe Savietto, o Café do Chico – Conversas da Alma ganhou o tom das travessias que não acontecem apenas no mapa. Psicólogo e mochileiro por escolha, Felipe trouxe uma conversa sobre deslocamento, identidade, escuta e coragem — dessas que não cabem num roteiro turístico, porque falam de jornadas interiores.
Algumas conversas não acontecem apenas entre duas pessoas. Elas parecem atravessadas por algo maior — um campo de sentido, uma inteligência invisível, uma espécie de costura fina entre destino, propósito e serviço. O episódio do Café do Chico com Marcial Conte Jr., editor executivo da Citadel Grupo Editorial, teve exatamente esse sabor.
Há pessoas que trabalham com criatividade. E há pessoas que são atravessadas por ela. No episódio com Silvia Arone, o Café do Chico – Conversas da Alma revelou exatamente isso: a criatividade não como adereço de mercado, nem como técnica de inovação, mas como uma força viva, quase mediúnica, capaz de reposicionar uma existência inteira.