Os momentos de sintonia favorecem o adentrar a mente (LAB 18)

Diário espiritual

Participantes: Rene, Larissa, Fernanda, Marcel, Mônica e Adriana
Data:
09 de fevereiro de 2021

COMUNICAÇÕES

Larissa conduz oração de abertura da reunião.

*O som da gravação ficou abafado e em alguns momentos dificultou o entendimento das falas, por isso pode haver algumas lacunas de sentido na transcrição.


Egrégora (prancheta): Vamos treinar psicofonia

Star language

Egrégora (psicofonia Mônica): Boa noite, meus queridos. Tudo na vida é um treino com perspectivas diferentes daquilo que a gente já está acostumado, como uma letra, um símbolo. Para decifrar, tem que deixar fluir.

Às vezes, as palavras são captadas pela audição, decodificadas e traduzidas, por isso entender que a comunicação é tão importante. Não dá para ter a mensagem certa, na verdade, é preciso também saber captar, decodificar e repassar a informação. Nisso os momentos de sintonia favorecem o momento que conseguimos adentrar a mente, a energia de abertura havendo trocas de informações, de upgrades, insights, por isso a gente insiste tanto na respiração.

Deixar o corpo falar, inclusive observar como corre a nossa circulação sanguínea. Perceba-se, e desta forma perceberão onde está a falta de atenção plena. Então percebam, é informação, é mente, é corpo, é espírito. Somos muito indisciplinados, temos um combo enorme que temos que dar conta e ok. Nesse momento, agora, é um momento de treino. Na verdade, é uma prática daquilo que vocês já devem estar treinando em casa, para chegar no Lab e ficar mais fácil de pegar no ar. Na verdade, as brincadeiras fazem parte inclusive para vocês se soltarem e para a gente conseguir abraçá-los, é um momento de muita descontração inclusive do lado de cá, e a gente gosta disso, porque isso é espontâneo. Isso é energia, é vida, faz falta para a gente que não está materializado.

Então, vamos combinar da gente estar mais próximos em pensamentos, em sensações e em intenção de se conectar e de procurar perceber…assim como a Mônica percebeu alguma coisa acima na cabeça dela e éramos nós tentando acessá-la. Como isso que ela está falando agora, falando naturalmente…é uma sensação diferente que ela está compartilhando, ela não percebe incorporação, mas percebe a fluidez. Então está sendo um experimento muito positivo, não precisou de prancheta, decifrar letrinha por letrinha…então, da mesma forma vocês.

Vamos mesclar mais, relaxar mais. Isso é para a Mônica também, vamos brincar, ver os sinais na mesa e em paralelo vocês vão perceber também o que está ao redor, o que está acontecendo ao redor. Quando vocês entram neste portal, os aparelhos todos prontos, toda a condição climática, vocês têm que estar percebendo aquilo que os olhos não vêem, mas as coisas estão se movimentando e chegando próximo, são flashes que a visão pode não apreender de início, mas a visão espiritual capta. Treinem isso agora.

Estamos em uma sala escura, mas ela não está vazia, a sala tem outras consciências, ela tem outros aparatos que estão interagindo com vocês. Sensações físicas, temperatura, pressão em algum local do corpo, a mente, enfim; cada um vai perceber aquilo que consegue captar e depois vocês vão compartilhar. Quais são as consciências aqui presentes? Tem formatos diferentes? De onde vem? Percebam. Elas estão agora olhando para vocês. Nós convidamos vocês a perceberem, convidamos esses amigos a se aproximarem, estão à disposição, acolhendo o propósito da produção de fenômenos que a qualquer momento pode começar. Eles estão aqui para isso, portanto é natural que algum estalo, algum pequeno flash, algum barulho, uma percepção, que atravessa o véu que está nos separando. É um momento de avançar um pouco além da dimensão que vocês estão acostumados. Somos amigos, uma família, iguais à vocês. Percebam-nos, estamos aqui.

Fernanda: Tremor nas pernas, nas coxas.

Marcel: Fluidez de linguagem eu tenho e acontece esporadicamente, sem nenhum tipo de preparo. É comum isso acontecer? Isto não é meu então?

Egrégora (psicofonia Mônica): Vocês estão sendo convidados a experimentarem, e vivenciarem o presente.

Larissa: Eu vejo algumas coisas que não são nítidas, algo que gira na minha frente, um vórtice, parecia um artefato, algo eletrônico, eu não consigo definir as formas, mas tem bastante movimento e eles estão produzindo bastante coisas para nós observarmos. Movimentos que mudam, percebi um ponto verde limão bem forte.

Rene: Percepção física, eu sinto bastante formigamento no couro cabeludo, nas orelhas dos dois lados que às vezes muda, braços perco a sensação de posição e fica leve. Veio também imagem de um insetóide na minha cabeça que não sei se é influência minha. Os olhos dele eram grandes.

Adriana: Sensação da nuca sendo puxada para trás, corpo mais leve, talvez desdobramento. Estalos em vários pontos da sala.

Egrégora (psicofonia Mônica): Nós precisamos treinar a telepatia, a percepção de palavras, e possivelmente de informações que vamos trocar entre a gente. Treino com os outros participantes que não se encontram no Lab no horário do mesmo, fazendo um combinado para testarmos.

Star language

Mônica: A sensação que eu estou tendo agora é que estamos em uma nave, na sala de controle.

Rene: Talvez um simulador, algo holográfico.

Fernanda: Vendo estrelas, planetas, como se em uma redoma de vidro.

Rene: Sinto que é para nos habituarmos com a presença de seres diferentes, como se realmente fosse para nos acostumar.

Fernanda: Agora me vejo numa nebulosa, como se fosse uma nuvem, tudo bem cinza. A mensagem vem que é: enquanto eu tiver medo de ver, vou ficar nesta nuvem.

Marcel: Na mente vi tipo um ser tipo cobra, coloridão.

Egrégora (psicofonia Adriana): Em um momento como esse, um dos processos de conexão de linguagens, vocês vão atravessando cada barreira intrínseca entre cada um de vocês para que o processo criativo seja passado mais fácil a conexão. Parece que não há um projeto, mas creiam que está tudo extremamente calculado. Vocês muitas vezes sentem que estão soltos, mas literalmente não estão. Aquilo que vocês têm afinidade e familiaridade.

Às vezes não estamos tão próximos, mas sabemos exatamente o trabalho que está sendo realizado aqui. Não se sintam sós, desamparados, são processos e treinamentos que acontecem com outras equipes. Muitas vezes Olívia, Montagne, Francisco, General não estão aqui, mas nada do que fazemos aqui não está sob o comando e controle de todos eles. Então em momento de treinamentos práticos, liberação de programas emocionais, de aprofundamento, de cura, fazem parte de todo o processo. Precisamos do apoio dos dois lados, de vocês, essa é a intenção, dentro do processo de cada um, mas é dos dois lados.

Muitas percepções que vocês têm estão em progresso, por mais primário que vocês achem que esteja acontecendo, que seja muito raso, eu diria para vocês que não é. Portanto, foquem, se entreguem a essa energia mental e as sensações.

Rene: Hoje parece muito coisa ligada ao espaço.

Larissa comenta sonho onde Rene a auxilia a compreender situações em níveis mais complexos.

Marcel: Para poder formar no mundo das ideias, o mundo é mental para conseguir alcançar este padrão mental, para que as coisas aconteçam. Quanto a esse uso de elementos naturais como o charuto, pinga, sal grosso, tem um poder, sim, mas o quanto isso influencia.

Larissa: O que a gente faz é uma ressonância vibratória ou é um símbolo para todo mundo, um teste para todo mundo. Ele tem um poder etérico na matéria e atrás de tudo isso em um nível tem uma essência de informação O Caibalion, como o iChing, como alquimia.

Rene: Do grosseiro ao mais mental…

Larissa comenta que a etapa 2.0 vai ser sobre magia, sobre alquimia, sobre a manipulação da realidade.

Adriana relembra sobre a Energia Vril de Atlântida e tudo que eles naquela época conseguiam realizar.

Larissa: Todos aqui já foram grandes manipuladores. Vocês formam, uns no plano mental, um em elementos físicos e de alguma forma essa informação …(inaudível)

Fernanda: Veio a palavra abrangência

Marcel comenta sobre o seriado do Cobra Kay onde o personagem Daniel é treinado com uma linguagem que cada um compreenda. Na série ele é treinado lustrando carros, mas na hora necessária utilizou a técnica aprendida na forma necessária no momento. E isso nos demonstra que existe um motivo para aprendermos a mexer com essa energia, seja ela para cura, para entendimento deste poder, para comunicação, mas a gente entender da maneira mais plena mais abrangente de todo esse processo.

Larissa: Entender para ensinar.

Larissa: A gente aprende e passa pelas dificuldades para que quando a gente ensine e passe a informação real, verdadeira.

Adriana: Passar pela experiência para poder passar a verdade. Só poderemos passar a verdade se passarmos pela experiência prática.


Exercício para envio de energia de cura.

Encerramento da reunião com agradecimentos.

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