Cocriação é um processo dinâmico, sempre (LAB 14)

Diário Espiritual

Participantes: Adriana, Alicia, Fernanda, Larissa, Marcel, Mônica, Rene, Simone
Data:
01 de dezembro de 2020

COMUNICAÇÕES

Larissa conduz oração de abertura da reunião


Francisco (prancheta): Boa noite, temos novos visitantes hoje, tanto aqui como aí. Sempre bom termos novas energias, novos elementos energéticos para a cocriação. Cocriação é um processo dinâmico, sempre. Por isso, sempre deve ter elementos novos para que nasçam novas ideias. Sempre que sentirem que algo está parado, ou sem a energia suficiente para andar, adquiram, forneçam, busquem novos elementos. Elementos = considerem elementos como tudo ou qualquer coisa que tenha a dedicação de sua atenção. Um ser humano pode ser um elemento. Um móvel trocado do lugar pode ser um novo elemento. Na realidade, o novo elemento será diferenciado apenas quando dermos atenção a ele, portanto a rotina, a repetição de processos e resultados não quistos nada mais é do que um espectador olhando com os mesmos olhos de ontem. O autodesenvolvimento, o desenvolvimento humano é justamente o treino de um novo olhar a cada dia para as mesmas circunstâncias.

Simone: Hoje conversamos sobre o Exo, gostaria de confirmar o que acham, se está em linha?

(sem resposta)

Alicia: O barulho que a gente escuta na janela tem alguma coisa a ver com o Lab?

Marcel: Sobre a pergunta da Alicia, me vem a intuição de que todo estalo vem da nossa energia mental, dispersão da energia mental.

Alicia conduz exercício de foco e mistura de energias.


Egrégora (Simone): Um trabalho de emancipação da consciência humana, chave para o domínio e aplicação das leis do Cristo. Cada dúvida, cada angústia, cada falta de fé, para vocês é conhecimento, é aprendizado. Essas experiências vão mantê-los perto do coração dos seus alunos, pois que não há descoberta do novo sem vivências.

Larissa: Se eu conseguisse analisar quimicamente o ectoplasma, eu veria átomos, moléculas, ou veria coisas que estão no limiar da matéria física?

Egrégora (Simone): Átomos e éter, que é a composição química da representação da porção de matéria escura no universo sutil, mas ainda assim manifesto por vocês, como porção da parte do Todo que nos é possível conceber. Dentro do átomo existe um componente que deve ser descoberto à medida que aparelhos e equipamentos forem desenvolvidos para tal. Do plano físico deve ser chamado de domínio da contenção de quantum.

Fernanda: Esse novo elemento seria um novo elemento na tabela ou seria um estado de matéria novo?

Larissa: Seria provavelmente um tipo de energia presente no átomo que a gente não quantifica. Não sei como se apresentaria, mas como tudo a gente quantifica o que se manifesta como partícula na química, deve ser alguma coisa parecida, né, de tipo de energia mais sutil.

Egrégora (Simone): Do futuro da medição que dominará a inter-relação interplanos.

Marcel: Eu fiquei imaginando enquanto você falava. Eu sei que o núcleo é positivo e os elétrons são negativos, e eu fiquei imaginando uma possibilidade de ter um elétron positivo que não é visível. Louco, mas só me veio uma imagem com o átomo dessa forma.

Fernanda: Para mim, veio muito os estados da matéria. Seria um novo lugar além de sólido, líquido e gasoso, algo que permeia esses três.

Simone: Existe a palavra deonizar?

Larissa: Existe.

Simone: Estava falando “Marcel, deve deionizar”.

Larissa: Para tirar os íons, tirar as cargas.

Alicia: Então é não ver nem negativo nem positivo, é um elemento neutro.

Mônica: Existem na internet pesquisas sobre átomos translúcidos.

Egrégora (Simone): Eu diria que não, Mônica, não é o mesmo conceito do átomo translúcido. Deionizar a entrada de cargas do núcleo do átomo.

Marcel: Tem a ver com os quarks?

Egrégora (Simone): Quarks do mecanismo de deionização é um caminho para destituir a densidade do núcleo atômico.

Mônica: Existe a possibilidade da gente se tornar imune ao Covid?

Egrégora (Simone): Existe, mas não estão elegíveis. Dentro do possível, sim, mas não são elegíveis cem por cento por conta das oscilações e dispersões de energia autogeradas.

Larissa: Sabe quem está respondendo, Si?

Simone: Deni.

Marcel: O chakra cardíaco pode ser utilizado para adquirir essa proteção?

Deni (Simone): Com certeza, meu amigo. O chakra cardíaco é o epicentro emulador da imunidade sutil, o filtro catalisador de energia cósmica, e filtro que dispersa toxinas auto geradas também. Ganhamos muito na odonto (Marcel é dentista). Do interno que se expressa por ATM* e dos divisores do corpo físico.

*A sigla ATM ligada à odontologia se refere a articulação temporomandibular, que liga o maxilar à mandíbula. Essa articulação é responsável por todos os movimentos da mandíbula.

Simone: Me parece que ele está querendo dizer que a odonto cuida da porção física de uma expressão que vem do chakra cardíaco, sendo esse a causa das dispersões e tensões.

Alicia: O que me vem é que o Steiner fala disso na obra. Onde a expressão da arcada dentária é a expressão do temperamento, e cada temperamento tem suas dolências específicas.

Marcel: Eu já li que quem tem ausência de caninos, falta agressividade, que cada dente tem uma ligação com seu estado emocional.

Alicia: As arcadas perfeitamente alinhadas denotam esse equilíbrio. A expressão das coluna termina nos dentes. Coléricos têm dentes superiores mais para frente.

Simone: Maxilar fala onde domina a expressão do indivíduo.

Egrégora (Alicia): O iluminar a leitura dessa expressão fará com que você se comunique diferente com seus pacientes. Ler a individualidade de cada pessoa e escolher as palavras corretas para tratar aquele anímico que você conhece.

Simone: Me veio uma frase fofa, “Chakra cardíaco é seu ponto forte, doutor”.

Marcel: E onde estuda isso?

Alicia: Na obra de Rudolph Steiner, na medicina antroposófica.

Joseph (Simone): Oi amigos, gostei das perguntas.

Joseph (Alicia): Alguma mais?

Larissa: A tabela periódica não faz sentido quando a gente olha as estruturas organizadas que existem na natureza. Ou estão faltando elementos ali, ou está faltando que saibamos o elemento que a organiza.

Joseph (Simone): Do ponto de vista da concepção humana, que aprende em graus e evolui passo a passo, a tabela está correta. Mas também está correto dizer que ela não faz sentido, pois não representa a totalidade da verdade. Dentro do conteúdo da densa visão da Ciência pode fazer sentido, mas quando for possível equipamentos que medem e incluem outros elementos, aí sim a visão estará mais completa. Mas isso não significa que não existam hoje e que não possam ser manipuladas hoje, pois vocês devem imaginar que a manipulação também é sutil, na consciência, alinhadas às leis universais. Grandiosa contribuição é a dos pioneiros.

Alicia: No começo eu vi três imagens em sequência. Quando a ciência tinha certeza que o átomo era indivisível, que era impenetrável, denso. Depois eu vi Mendel* com um monte caixas, gavetas, cheias de ervilhas. Aí eu vi aquela cena de um filme… Contatos Imediatos, com a Jodie Foster (1997)… o que me dá a sensação é que “está”,  mas como estamos num paradigma, a gente não consegue ver.

*Gregor Mendel foi um biólogo que realizou diversos experimentos com ervilhas a fim de demonstrar os mecanismos de hereditariedade.

Simone: É, dá a sensação que é por aí. Está no processo que antecede o que é de fato, mas está no caminho, sabe.

Fernanda: Na pergunta da Mônica, me veio que “uma pessoa 100% imune têm que estar 100% em harmonia em 100% do tempo”.

Marcel: Será que os elementos faltantes, eles precisam passar por uma alteração molecular que a gente não consegue medir ainda, mas uma transição entre um elemento e outro, e os elementos que faltam é o meio.

Egrégora (Alicia): É uma questão de instrumentagem somente, não de manipulação.

Egrégora (Simone): Do ponto de vista da Ciência, pode-se dizer que é um paradigma que ainda demora para ser quebrado, pois há que se considerar a energia criativa e o plano mental dentro do processo de…

Egrégora (Alicia): …de observação. Vocês consideram que é sempre o instrumento externo a vocês, como um microscópio, porém, para perceberem esses outros elementos, o instrumento a ser desenvolvido já está dentro de vocês. Com a abertura do chakra frontal.

Mônica: O desenho da mandala pode auxiliar?

Egrégora (Alicia): O desenho da mandala é uma ferramenta que ajuda na concentração. A abertura do frontal vem depois desse desenvolvimento de concentração, então, sim, pode auxiliar.

Egrégora (Simone): Mas ainda estamos longe de quantificar, isolar e manipular esse tipo de energia que são os elementos intermediários.

Egrégora (Alicia): Existe um longo caminho a ser percorrido, de autoconfiança, porque confiar no instrumento interno e não em uma máquina externa não é usual na cultura atual. Vocês confiam mais nos computadores do que em si mesmos.


Exercício para mexer a mesa (sensações percebidas: como se estivesse levitando e se movimentando em outro plano, bocejo, pés e mãos grandes).

Exercício para envio de energia de cura. Encerramento da reunião com agradecimentos.

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