Algumas conversas não acontecem apenas entre duas pessoas. Elas parecem atravessadas por algo maior — um campo de sentido, uma inteligência invisível, uma espécie de costura fina entre destino, propósito e serviço. O episódio do Café do Chico com Marcial Conte Jr., fundador da Citadel Grupo Editorial, teve exatamente esse sabor.
Há pessoas que trabalham com criatividade. E há pessoas que são atravessadas por ela. No episódio com Silvia Arone, o Café do Chico – Conversas da Alma revelou exatamente isso: a criatividade não como adereço de mercado, nem como técnica de inovação, mas como uma força viva, quase mediúnica, capaz de reposicionar uma existência inteira.
O episódio com Carol Portilho no Café do Chico – Conversas da Alma foi daqueles encontros em que técnica e alma caminham juntas. Conhecida por seu trabalho com códigos da comunicação, linguagem corporal e presença, Carol mostrou que comunicar bem não é apenas dominar ferramentas externas — é, antes de tudo, atravessar o próprio mundo interno.
No encontro com Lucas Aldi e Soliris Longo, criadores da Tribe Zen, o Café do Chico revelou algo precioso: há uma diferença enorme entre falar sobre autoconhecimento e realmente fazer dele uma forma de viver. E talvez seja justamente essa a força do trabalho que os dois vêm construindo nos últimos anos.
No quinto episódio do Café do Chico – Conversas da Alma, a mesa se transforma quase em um consultório vivo. Ao lado de Fernanda Mara dos Santos, professora de medicina tradicional chinesa e criadora do Facilitando a Acupuntura, a conversa revela algo que, no fundo, sempre soubemos — mas insistimos em esquecer: o ser humano não pode ser dividido em partes.
No quarto episódio do Café do Chico, a conversa com o cineasta e fotógrafo Fábio Medeiros revela um paradoxo contemporâneo: nunca registramos tanto — e nunca estivemos tão ausentes.
Uma conversa com Mônica de Medeiros no terceiro episódio do Café do Chico
O segundo episódio do Café do Chico – Conversas da Alma foi um daqueles encontros em que a conversa não cabe em rótulos. Margarete Áquila chegou como cantora, psicanalista e estudiosa da neurociência — e saiu como aquilo que sempre foi: uma alma em processo, fiel à própria essência.
No contexto dos Projetos Especiais, essa sensibilidade ganha um significado ainda mais profundo. Inspiradas no programa Café do Chico – Conversas da Alma, as peças desta coleção são concebidas como objetos de encontro — simbólicos e táteis — que convidam à presença, à contemplação e à conexão interior.
O primeiro episódio do Café do Chico – Conversas da Alma já está no ar — e começou exatamente como deveria: humano, profundo e inesperado.

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