A sintonia entre todos em evidência (LAB 41)

Diário Espiritual

Participantes: Adriana, Larissa, Marco Antônio, Mônica e Rene
Data: 10 de agosto de 2021
Via Zoom

COMUNICAÇÕES

Larissa conduz sintonia de abertura do Laboratório


Mônica (psicofonia): Queridos amigos, boa noite. É com muita alegria que recebemos todos aqui na noite de hoje. Pedimos que aproveitem para calibrar as vossas energias, entregando-se à vibração que se faz presente e que alguns podem sentir neste momento tomando conta do chacra coronário, frontal, laríngeo e o cardíaco, principalmente. Sintam-se envolvidos em um halo energético brando, luminescente, que os aquece e os protege, que serve inclusive como um ionizador, propiciando a cura, restabelecendo células e energia. Meus queridos, sejam muito bem-vindos ao nosso laboratório, onde experiências estão sendo preparadas e permitidas para serem trazidas a este grupo. A sintonia entre todos, bem como o sentimento de amizade, amor recíproco, deve ser alimentado, valorizado e deixado em evidência. E que este amor agora, este elo que entrelaça todos vocês, esteja pulsante, esteja revigorando o coração de todos, mesmo os que não estão presentes na noite de hoje, como o Juliano, a Juliana, a Fernanda e a Simone. Que eles possam sentir este acolhimento, este amor que os envolve, assim como a todos que aqui estão. E o nosso pequeno laboratório, então, passa a se expandir e se expande, se acende e se torna disponível aos nossos amigos, aos nossos tutores, àqueles que coordenam este trabalho, que têm interesse neste intercâmbio. Coloquemo-nos à disposição deles, para que eles possam nos influenciar, para que possamos receber suas mensagens, ideias, suas inspirações para manifestarmos aqui, agora, este aporte que está chegando. Sintam-se à vontade para experienciar, para registrar aquilo que estão sentindo, e escrever, desenhar ou verbalizar aquilo que desejarem. Sinto uma energia muito grande, como se estivéssemos mergulhados na mesma substância. Eu convido agora a quem quiser, abrir o microfone e compartilhar.

Larissa: Eu sinto uma energia cor de rosa, meio roxo, como se fosse um líquido muito leve, meio gasoso.

Mônica: Confirmo. É para a gente deixar se envolver, se quiserem gesticular com as mãos, com os braços, fica até mais fácil de sentir… Dá para perceber até uma leve resistência nas mãos conforme vai movimentando. É muito incrível porque se estamos todos mergulhados neste líquido, estamos também trocando informações e sensações.

Egrégora (psicografia Adriana): Em um influxo gigante de energia, neste vórtice que se forma, vamos preencher cada célula com este poder de criação, que compete a cada um de vocês agir em movimento que os eleva a patamares maiores de consciência, e em consequência: responsabilidade. Terão um efeito de uma sequência de fenômenos diferentes que trarão um sentido e um olhar diferente do que até então estavam acostumados. Atenção nas próximas semanas e anotem, relatem ao grupo para auxiliar uns aos outros. Obrigada por enquanto. Equipe técnica da Egrégora. Testes e mais testes!

Marco Antonio: Eu percebi a luz rosa, só que bem pouco…não muito nítido.

Mônica: Marco e Rene conseguem fazer movimentos leves? Como se estivessem empurrando, brincando com um líquido muito sutil.

Rene: Eu fico imaginando como se tivessem pegado o corpo astral e colocado dentro de um jarro com líquido. Como se estivesse boiando dentro da água.

Adriana: Estamos fazendo testes novamente, como semana passada (com a gravidade/queda). Hoje um pouco mais sutil, como vocês estão relatando.

Mônica: Eu sinto que isso está colaborando para estarmos mais íntimos uns dos outros. Ontem os alunos do curso de Mediunidade com Autonomia estiveram juntos no zoom, foi transmitido simultaneamente no Youtube, e uma pessoa fez uma pergunta no chat que chamou a atenção das meninas: “O que o tarô tem a ver com o curso de Exoconsciência?” e a Fernanda pegou o gancho e fez essa pergunta ao Juliano que fez uma introdução, passou a bola para mim e eu já sabia que eu teria que tirar uma carta; eu tinha sido inspirada sem saber que haveria esta pergunta e, assim que o Juliano começou a falar, puxei a carta onde eu complementei o que ele disse. Eu tirei a carta da Estrela e ela caiu como uma luva para aquele momento, ele falou das experiências que temos aqui neste grupo, que muitas vezes, conforme os espíritos vão relatando, eu vou puxando uma carta que vai simbolicamente complementando e ampliando a resposta.

Eu sinto que este tipo de interação entre a gente aqui, principalmente quando a gente tiver nas atividades de sábado no zoom, vai haver um bate-bola muito tranquilo e muito gostoso entre a gente e que isso será apenas um ensaio do que pode vir, um pouco maior e externo, quando o Círculo começar a fazer suas transmissões para outros continentes. Teremos que estar bem parceiros uns dos outros para auxiliar com perguntas, enfim, porque toda essa simpatia, essa sincronicidade entre a gente, ela acaba passando para os alunos, ouvintes e isso dá uma sensação muito boa de conchego, acolhimento. Como se a escola fosse uma casa que tivesse um coração acolhedor. Então, quanto mais amor tivermos uns pelos outros, interação, mais cumplicidade, brincadeiras, aquilo que só os grandes amigos têm, os mais íntimos, isso vai trazer conforto ainda àqueles que necessitam; alguém que fale a mesma linguagem que eles precisam e compreendem. Por isso, não temos que ser somente técnicos ou extremamente corretos, temos que ser, acima de tudo, gentis, amorosos e acolhedores. Porque assim, as nossas palavras, ainda que capengando, porque se a gente não tiver o domínio de uma fala bem feita, isso vai ser desnecessário porque a energia do amor chega na frente, do estar bem, do acolhimento. É isso que realmente vai tocar o coração daqueles que estarão ouvindo, é isso que fará sentido antes mesmo da parte racional.

Então, que possamos estar preparados, atentos, porque muitos dos nossos amigos que entraram conosco no começo, por pequenas coisas, acabaram deixando de lado um projeto tão bonito, porque entenderam de uma maneira equivocada… então nós, que acreditamos no projeto, possamos nos unir ainda mais, com muito amor, muita alegria para contagiar quem estiver sedento, de fora, carente de carinho, informações sérias da espiritualidade, mas com tom de leveza curadora, curando feridas; o amor alimenta e refresca, sacia o sedento. Que jamais percamos isso em nome de um primor, de uma técnica, compreendem? Estamos aqui lidando com pessoas que ainda estão em um nível muito grande de sofrimento, precisando de um entendimento maior; então o amor, o acolhimento, aquele olho no olho, fará toda a diferença. Portanto, sintam-se convidados a trabalharem quando tivermos encontros com os alunos, porque somente desta forma eles compreenderão como é a nossa escola, o que é o nosso projeto e quem é a nossa Egrégora.

Adriana: Sermos a verdade naquilo que a gente fala. E isso acontece porque passamos pela experiência, pelo laboratório da vida. Você consegue transmitir a sua verdade, seu ponto de vista que não é o único, mas apenas uma faceta e aí como você conduz isso, de maneira amorosa e leve; conseguimos levar o outro a observar por outros prismas e aí ele vai construindo a verdade dele, a identidade dele. Eu vi hoje uma fórmula nas aulas do Exo que traduz Conhecimento em uma “fórmula química”. Me encantei com ela. Hoje para mim fez muito mais sentido, mas tudo foi uma construção, é claro.

Mônica: Rever conteúdos depois de 4 anos fará com que enxerguemos com outro olhar. Vamos dar as mãos aos alunos, seremos os tutores. Conhecimento gera movimento, gera transformação e gera a responsabilidade de trocar com a galera.

Larissa: Essa é a verdadeira espiritualidade, onde a gente vê tudo que passou, do começo, se banhando de todo tipo de conhecimento e vertente. Fica maravilhado com tudo aquilo, depois a gente tem uma estabilidade, e fica se perguntando se paramos de evoluir, porque você não está mais devorando do jeito que estava fazendo antes, e na verdade é uma espiritualidade amadurecendo. Você pode ler e consumir todo tipo de conhecimento, mas a vida precisa funcionar, a vida do arroz com feijão, e a gente está fazendo esse caminho. Quantas vezes eles falaram que passaremos pelo caminho antes, para vocês guiarem todo mundo; vocês vão “sofrer”, sentir todos os altos e baixos, as pedras no caminho, pra dizer que é possível.

Cada um de um jeito, ninguém é parecido, temos configurações familiares diferente, temos interesses pessoais diferentes, temos todo tipo de background diferente. É o que a Mônica falou, um carinho, um amor, uma amizade, inclusive com diferenças de idade, momentos de vida e que é difícil ter amigos de idade diferente; e temos isso aqui no Lab. É normal fazermos amizade com pessoas da mesma idade ou mesmo momento de vida, e aqui no Círculo isso é uma coisa mais leve, mais fácil de se relacionar com pessoas de idades e momentos diferentes. Não é engraçado isso? É lindo! Como se fosse um espelho, um relance de como será ou de como deveria ser, aprendendo com todos os degraus de conhecimento, de vivência, enquanto estamos aqui nesta reencarnação.

Uns mais novos mas, vai saber que caminho já trilharam em vidas passadas, os mais velhos extremamente interessados porque ainda são inocentes, estão começando a se interessar pelos mistérios e a gente aqui, mais uma vez, se reencontrando por causa dos mistérios, mas agora com um novo olhar, mais abrangente, não de elitismo, nem de ocultismo, mas de divulgação, disseminação, simplificação daquilo que existe de mais sagrado e que é o que dá mais sentido às coisas, as pessoas precisam ter sentido e isso é o verdadeiro significado do sagrado. A escola do Círculo está aqui também para fazer com que as pessoas se lembrem daquilo que faz sentido das coisas. Não deve ser grandioso, glamoroso, deve se encontrar as coisas mais belas no mais simples, simplificar e ainda assim observar toda a complexidade e toda a inteligência suprema inserida nisso tudo, no dia a dia, nas relações humanas e na relação com o Universo.

Mônica: Eles estão aqui emocionados com a sua fala, eles sentem essa parceria que não tem idade, esse afeto em contar um com o outro, eles estão dando um #confirmo.

Larissa: Vou falar uma coisa engraçada…. quando estou na ponte do arco-íris (exercício inicial de encontro com a egrégora), eu tenho medo dela cair e eu fico andando, escapando dos buracos, aí às vezes eu caio e volto… e hoje eu estava pensando como isso é uma correspondência minha no “me entregar”, tenho dificuldade de tirar a mão do volante. Hoje me propus a atravessá-la pisando com o pé todo, iria sentir cada passo como se fosse concreto, e aí eu consegui…demorou um pouquinho…

Adriana: Com relação a esta questão da idade que a Larissa falou, começamos a perceber que trazemos isso no nosso dia a dia. Outro dia estava com a Simone na aula de dança, na praça, e comentei com ela sobre ter pessoas de todas as idades ali na aula, dançando, todo mundo junto. E como isso é gostoso, não importa se o outro tá dançando assim ou assado… e aí trazemos esse conhecimento pro nosso dia a dia. E também fiz um desenho, sobre os alunos da escola.

É um ciclo: Acolhimento, leva ele a se ‘alimentar’ do conhecimento, digerir, se nutrir. Essa nutrição leva ele a ter Força, para na sequencia ter Movimento, uma Ação, e cabe a nós acolher outros. E assim fazer essa roda, esse círculo rodar. No centro tem Espaço, Intenção, Chamado Escola, e tudo isso está permeado pelo amor, num coração.

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