O que acontece quando a conversa deixa de ser performance e vira presença?
Neste final de semana, essa pergunta ganhou corpo, voz e silêncio. Ok, tá bom. Também ganhou muitas gargalhadas e até lágrimas! Foi demais!

Foram gravados os 11 primeiros episódios do talk show Café do Chico – Conversas da Alma com Juliano Pozati — e o que se viveu no estúdio foi mais do que entrevista. Houve gargalhadas que desmontaram armaduras, choros que lavaram memórias e confissões que lembraram a todos: por trás de toda persona, há uma alma pedindo espaço e presença.

Com episódios de 60 minutos divididos em três blocos, o programa conduz o público por uma travessia clara e profunda:
Bloco 1 – A Persona
Aqui conhecemos o convidado em sua expressão pública: trajetória, projetos, curiosidades, impacto no mundo.
Bloco 2 – O Baralho do Café
São 54 possíveis perguntas filosóficas e espiritualistas entram em cena. Quem elege é o campo. É imprevisivel, tenso e revelador. A máscara social começa a se dissolver e o ser humano por trás do papel emerge — com suas dores e sabores, dilemas e fé.
Bloco 3 – O Campo e o Livro
Uma página é aberta em sincronicidade entre os 365 pensamentos de Café do Chico Não Costuma Faiá. O trecho é lido. O silêncio acontece. E o convidado entrega sua reflexão — não sobre carreira, mas sobre consciência.


Os primeiros convidados dessa jornada foram:
Cada um trouxe sua história, mas principalmente sua humanidade. E talvez esse seja o maior mérito do programa: lembrar que relevância não está apenas no que alguém constrói no mundo, mas no que o sustenta por dentro.
O primeiro episódio estreia nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, no canal do Círculo Escola no YouTube.
O Café está servido.
Agora é a sua vez de se sentar à mesa.





