Você provavelmente já reagiu de forma exagerada a algo pequeno. Já disse “não era bem isso” depois de uma discussão. Já prometeu que não faria de novo… e fez. Isso não é falta de caráter, nem ausência de inteligência emocional. É programa emocional rodando em segundo plano.

O problema não é sentir. O problema é não perceber de onde o sentimento vem.
A armadilha invisível: achar que estamos escolhendo
Grande parte das decisões que tomamos diariamente não nasce no presente. Elas são respostas automáticas construídas a partir de experiências passadas, memórias emocionais e crenças incorporadas muito cedo na vida. Achamos que estamos escolhendo, mas estamos apenas repetindo.
É assim que sabotamos relações, oportunidades e caminhos inteiros sem perceber. Reagimos como adultos com emoções que ainda operam em modo infantil. E depois nos perguntamos por que a vida parece sempre nos levar ao mesmo lugar.
A entrega que dói (mas liberta)
No Módulo 2 – Programas Emocionais, do curso Autoconhecimento e Espiritualidade, Margarete Áquila aprofunda esse funcionamento com precisão e humanidade. O aluno aprende a identificar quais emoções comandam suas reações, como esses programas foram formados e por que continuam ativos mesmo quando já não fazem sentido.
Aqui não se trata de “controlar emoções”, mas de compreendê-las. Quando o programa é visto com clareza, ele perde o poder de decidir por você. A repetição dá lugar à escolha.
O salvamento real: sair da reatividade
Reconhecer seus programas emocionais é recuperar liberdade. É deixar de viver no modo defesa constante. É parar de se punir por reações que nunca foram conscientes.
Quando você entende o mecanismo, a vida deixa de ser um campo minado emocional.
O convite
Se você sente que reage mais do que escolhe, que repete padrões mesmo sabendo “o que deveria fazer”, este módulo não é opcional — é fundamental.
As matrículas estão abertas e, ao entrar agora, você já começa a estudar imediatamente. As mentorias ao vivo começam em 11 de março.
Talvez o problema nunca tenha sido falta de força de vontade.
Talvez tenha sido apenas consciência ausente.




