Adalgiza Bachmann: um caminho de autoconhecimento e transformação

Mentora Círculo

Com mais de três décadas de experiência na advocacia, Adalgiza Bachmann encontrou no autoconhecimento um novo caminho de expansão e contribuição para o mundo. Natural de Cascavel (PR) e residente em Curitiba, sua jornada a levou ao Círculo Escola, onde se tornou mentora em talentos naturais. Nesta entrevista, ela compartilha sua trajetória, reflexões sobre consciência e o que a motiva a atuar como mentora.

Como chegou ao Círculo Escola?
Adalgiza – Minha jornada até o Círculo Escola começou de forma inesperada durante a pandemia, quando minha prima Eloisa me apresentou o curso de Exoconsciência, as Lives e materiais do Juliano Pozati e do Círculo no YouTube. Essa conexão inicial foi o primeiro passo de uma trajetória transformadora.

Como foi sua jornada de vida profissional?
Adalgiza – Com mais de três décadas de experiência na advocacia, construí minha carreira focando nas áreas cível e trabalhista. Sou formada em Direito, com especializações em Direito Processual Civil e Direito do Trabalho, além de ter feito diversas formações em temas como proteção de dados, segurança, liderança e gestão de pessoas. 

Quando e como considera que começou seu processo de expansão da consciência?
Adalgiza – Acredito que meu processo de expansão da consciência começou cedo, com as provocações do professor Manoel durante o Ensino Fundamental, que me incentivaram a questionar certas “verdades” e dogmas. 

O que considera o ponto de virada da sua expansão de consciência?
Adalgiza – O ponto de virada em minha jornada foi um processo contínuo de aprendizado e curiosidade, que culminou em experiências significativas, como o curso de Exoconsciência, do Círculo Escola, que considero uma força motriz recente.

Como descreveria o curso de formação de mentores no Círculo?
Adalgiza – Ao ingressar no curso de formação de mentores do Círculo eu estava em uma fase de transição em minha vida. O que eu imaginava ser uma simples qualificação transformou-se em uma experiência rica e terapêutica, oferecendo não apenas técnicas, mas um profundo autoconhecimento e integração. Essa jornada me levou a um novo nível de compreensão sobre mim mesma e sobre como ajudar os outros.

O que mais te motiva a atuar como mentora?
Adalgiza – Sinto-me motivada a atuar como mentora porque aprendi que o foco deve estar nas qualidades e talentos naturais, em vez de tentar melhorar apenas os pontos fracos. Acredito que todos têm uma forma única de “fluir” e que é possível somar forças para um desenvolvimento harmônico.

Indique um livro e um filme que você goste e tenha a ver com você:
Adalgiza – Um dos meus livros favoritos é O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, que me encanta pela riqueza de detalhes e pela complexidade do enredo, refletindo minha própria busca por profundidade e conhecimento.

O filme Amor Além da Vida (1998) é uma obra que me toca, pois aborda temas de amor, perda e a busca por significado, ressoando com minhas reflexões sobre a vida e a morte.

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