Intelecção: um talento que não gosta de pressa

Mira nos Talentos

Existe um talento que precisa de tempo para processar as informações. Esse é o Intelecção, segundo o teste CliftonStrengths 34, da Gallup. São pessoas que necessitam de tempo para ponderar e processar, assim o resultado de suas ações traz sabedoria e clareza. Esse é o talento do episódio #13 do Programa Mira nos Talentos, que vai ao ar toda terça-feira, às 20h, no YouTube do Círculo.

Características fortes do talento

  • Caracterizam-se por sua atividade intelectual;
  • São introspectivas e apreciam discussões intelectuais;
  • Têm muito conhecimento e muita sabedoria;
  • Gostam de momentos para pensar e refletir.

Dicas para desenvolvimento:

  • Sempre reserve tempo para pensar em grandes projetos antes de iniciar a ação;
  • Explique aos outros porque você precisa de tempo para introspecção.

E os pontos cego desse talento podem ser:

  • Tendência a se isolar;
  • Abordagem rigorosa das coisas pode intimidar os outros.

 

ASSISTA O EPISÓDIO SOBRE O TALENTO DA INTELECÇÃO

 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Artigos Relacionados

No episódio com Felipe Savietto, o Café do Chico – Conversas da Alma ganhou o tom das travessias que não acontecem apenas no mapa. Psicólogo e mochileiro por escolha, Felipe trouxe uma conversa sobre deslocamento, identidade, escuta e coragem — dessas que não cabem num roteiro turístico, porque falam de jornadas interiores.
Algumas conversas não acontecem apenas entre duas pessoas. Elas parecem atravessadas por algo maior — um campo de sentido, uma inteligência invisível, uma espécie de costura fina entre destino, propósito e serviço. O episódio do Café do Chico com Marcial Conte Jr., editor executivo da Citadel Grupo Editorial, teve exatamente esse sabor.
Há pessoas que trabalham com criatividade. E há pessoas que são atravessadas por ela. No episódio com Silvia Arone, o Café do Chico – Conversas da Alma revelou exatamente isso: a criatividade não como adereço de mercado, nem como técnica de inovação, mas como uma força viva, quase mediúnica, capaz de reposicionar uma existência inteira.